Questionando os próprios sentimentos

 em Coaching, Comportamento

A detecção de um sentimento leva ao seu entendimento e, assim, podemos nos curar de dores emocionais traumáticas que são carregadas indefinidamente e de forma desnecessária.

A neurociência classifica o cérebro humano como dividido em três partes: reptiliano ou instintivo, emocional ou límbico e racional ou neocórtex.

Entretanto, somados, sistema reptiliano e emocional são maiores do que o neocórtex. Não estamos dizendo que, em termos de poder subjetivo o neocórtex não possa superar as outras estruturas. Entretanto, atualmente, poucas pessoas se preocupam e se esforçam para o desenvolvimento pleno de sua racionalidade.

Esse desenvolvimento, pensamos, apenas é possível quando reconhecemos quais são realmente nossas emoções diante do mundo, das pessoas e dos nossos objetivos. É preciso questionamentos do tipo: Por que sentimos o que sentimos quando sentimos? Por que queremos o que queremos quando queremos? O que sentimos verdadeiramente em relação a cada pessoa que passa ou está em nossa vida?

A detecção de um sentimento leva ao seu entendimento e, assim, podemos nos curar de dores emocionais traumáticas que são carregadas indefinidamente e de forma desnecessária. E como se tivéssemos medo, por exemplo, de não sentir mais o sofrimento e em não o sentindo, dar lugar ao vazio. Mas, porque tememos o vazio? Simples: porque não sabemos que ele pode ser preenchido. E com o que pode ser preenchido? Como o que quisermos!

Podemos preencher a ausência de dor com conhecimento, criatividade, uma boa viagem, com prosperidade, com determinação de estarmos no comando de nossas vidas, enfim, as possibilidades são infindas. O desafio é que fomos “educados” para gostar da dor e do sofrimento. Nos ensinaram que há redenção nisso? Mas, redenção de quê?

De onde vem a crença de que sofrer é bom? Racionalmente, você, caro leitor, responda a si mesmo: você gosta de sofrer? Gosta de sentir dor? Imagine a pior dor que já teve em sua vida ou que estejatendo: gostaria que ela se prolongasse indefinidamente?

É possível entender a “educação da dor” e dar um basta nela.

Há ferramentas e técnicas para isso.

Não se desespere. A mudança é possível.

Link: https://bit.ly/2GcjpeI

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