E você, até quando vai agir como Dom Quixote?

 em Coaching, Inteligência Emocional, Motivação

Coaching uma chave para o desenvolvimento humano…

Muitas vezes agimos como Dom Quixote quando enfrentou aos moinhos de vento crendo que eram gigantes. De pouco serve o esforço que façamos se não estamos resolvendo o problema verdadeiro, ou nos vitimizando para fugir da responsabilidade.
Na atualidade, o que as pessoas necessitam é parar e pensar, dar um passo atrás e pensar profundamente sobre suas ações. E coaching pode provar pra você que isso é possível.

Coaching é algo que vai muito mais além de uma moda passageira. Hoje muito antes de se falar em gestão de pessoas nas organizações é imprescindível aprender antes que mais nada, com gerir a si mesmo.

O autoconhecimento é o primeiro dos elementos que constituem a inteligência emocional, base indispensável das outras qualidades que se englobam com autocontrole, autoestima, empatia e habilidades sociais.

O autocontrole é uma habilidade para configurar uma imagem exata e verdadeira de si mesmo e para utilizar essa imagem em momentos eficazes. Esta ferramenta faz superar a tendência da satisfação imediata e faz com que a pessoa desenvolva a capacidade de planejar a longo prazo. Há vinte cinco séculos, os gregos, já ensinavam que o governo mais difícil é o governo de si mesmo.

Devemos dar ênfase a autoestima, pois a confiança em si mesmo atua como alicerce de grande potencial no dia a dia e também em atividades empreendedoras, autoestima se trata de construir o edifício começando pelos tijolos e não pelo telhado. Não só o mais difícil, senão também o mais eficaz, e a fonte de qualquer outra atividade desejada. Sem dúvida, a maioria dos manuais de auto-ajuda, que tem grande êxito comercial, assim como boa parte dos seminários de desenvolvimento pessoal e profissional, é dirigida ao aumento da autoestima e da confiança em si mesmo.

Você já ouviu falar em Antifrágil?

Este conceito foi apresentado por Nassim Taleb em 2017, surge um novo conceito chamado de Antifrágil, que vem sendo apreciado pelos grandes investidores e pelos grandes executivos, por representar uma nova forma de interagir com um mundo, que a cada dia está mais difícil de ser compreendido. Segundo Taleb “Algumas coisas se beneficiam dos impactos; elas prosperam e crescem quando são expostas à volatilidade, ao acaso, à desordem e aos agentes estressores, e apreciam a aventura, o risco e a incerteza. No entanto, apesar da onipresença do fenômeno, não existe uma palavra para designar exatamente o oposto de frágil. Vamos chamá-lo de antifrágil. A antifragilidade não se resume à resiliência ou à robustez. O resiliente resiste a impactos e permanece o mesmo; o antifrágil fica melhor”.

Você deve estar pensando o que Antifrágil tem a ver com coaching?

Pois bem, o conceito de Antifrágil é apresentado para que se tenha uma visão diferenciada para tratar os problemas comportamentais, já que assim como o coaching, o conceito de antifragilidade parte do princípio de que a pessoa é responsável por resolver seus problemas.
Uma vez iniciado o processo de coaching na organização, é lógico que as análises também se expandem para o lado pessoal, e provavelmente os limites na hora de criar alternativas, passam a ser muito maiores, não se fala em fazer um brainstorming cada vez que tenha um problema, mas com certeza, é importante saber focar em poucas e eficazes alternativas.
Uma vez selecionadas as alternativas interessantes, tem que pesá-las, ver os prós e os contras e escolher. A escolha é um ponto crucial, sem dúvida, mas quando se está fortalecido através de um processo de Coaching, é provável que se escolha a melhor alternativa.

Fonte: https://bit.ly/2G9Yc5J

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